Cebolão em Ré
Afinação aberta em Ré maior, com três ordens oitavadas e duas em uníssono.
Cordas soltas: Ré maior
Compare o desenho do cravelhal, ouça as cordas abertas e escolha a sonoridade para estudar.
Afinação aberta em Ré maior, com três ordens oitavadas e duas em uníssono.
Cordas soltas: Ré maior
Afinação aberta em Mi maior, com três ordens oitavadas e duas em uníssono.
Cordas soltas: Mi maior
Afinação aberta em Sol maior, com três ordens oitavadas e duas em uníssono.
Cordas soltas: Sol maior
Abra uma afinação para consultar história, repertório e sugestões de estudo.
O cebolão em Ré é uma das portas de entrada mais populares para a viola caipira. Com as cordas soltas formando Ré maior, ele entrega bordões firmes, pestanas simples e uma leitura muito direta para modas e toadas.
Em materiais de estudo atuais, essa afinação aparece com frequência quando a ideia é apresentar a lógica do cebolão sem abrir mão de uma sonoridade tradicional e muito presente no repertório de roda e de rancho.
Na prática, muitos violeiros tratam o cebolão em Ré como uma base confortável para estudar o sistema antes de migrar para variações mais brilhantes ou mais graves.
Escutas e referências para explorar
Lamento Sertanejo
Dominguinhos e Gilberto Gil
O arranjo para viola no Cifra Club indica explicitamente cebolão em Ré.
Ei Viola
João Carreiro
A leitura em Ré aparece bem em contextos de solo cantado e ponteios curtos.
Cuitelinho
Pena Branca e Xavantinho
É uma referência recorrente em estudos de repertório tradicional e fraseado limpo.
Nomes associados a essa sonoridade
Fontes para conferir afinação, contexto e repertório citado.
O cebolão em Mi preserva a mesma lógica do cebolão em Ré, mas desloca o centro para Mi maior. Isso costuma resultar em ataque mais vivo, brilho extra e ótima projeção para quem quer destacar ponteios e resposta de voz.
Por manter o desenho mental do sistema cebolão, ele costuma ser a evolução natural para quem já domina a versão em Ré e quer estudar uma afinação com mais presença no registro agudo.
Na escuta, é uma afinação que combina muito bem com introduções abertas, levadas firmes e momentos em que a viola precisa aparecer com clareza no conjunto.
Escutas e referências para explorar
Luzeiro
Almir Sater
O próprio guia do Cifra Club usa a faixa como exemplo direto de cebolão em Mi.
Saudades de Araraquara
Zé Carreiro e Carreirinho
Um dos exemplos mais lembrados do repertório da dupla em cebolão em Mi.
Peito Sadio
Zé Carreiro e Carreirinho
Outro exemplo claro de leitura em cebolão em Mi para estudo de acompanhamento.
Nomes associados a essa sonoridade
Fontes para conferir afinação, contexto e repertório citado.
Rio Abaixo é uma afinação aberta em Sol maior, conhecida pelo grave ressonante, pelos drones longos e por uma sensação de paisagem sonora mais ampla. Ela costuma soar cheia mesmo com desenhos simples.
A tradição oral cerca essa afinação de histórias e lendas, e o próprio nome ficou associado à ideia do violeiro que desce o rio tocando, imagem que ajudou a consolidar sua força no universo caipira.
Na prática contemporânea, a Rio Abaixo ganhou projeção ampla ao ser associada a repertórios instrumentais e canções pantaneiras, especialmente na linhagem lembrada por Almir Sater e outros violeiros de ponteio aberto.
Escutas e referências para explorar
Tocando em Frente
Almir Sater
Uma das composições mais conhecidas de Sater na afinação Rio Abaixo.
Um Violeiro Toca
Almir Sater
Outro clássico do repertório de Sater associado a essa sonoridade aberta.
Rio Abaixo
Valdir Verona
Álbum instrumental com 12 composições dedicado inteiramente a essa sonoridade aberta em Sol.
Nomes associados a essa sonoridade
Fontes para conferir afinação, contexto e repertório citado.